arte
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Posted by Cláudia on 07 Nov 2007 | Tagged as: arte, artesanato
Finalmente consegui fazer algumas peças de artesanato e montei um blog só para exibir meu trabalho árduo.
O site apresenta todos os detalhes de preço, tamanho e cor. Aceito encomendas do tipo “Será que você poderia fazer uma caixa igual àquela azulzinha, só que roxa de bolinhas verdes e listras abóbora?”.
Juro que eu faço. Vou achar muito “linda”, mas faço.
Visitem, comentem, resmunguem, reclamem e digam que está tudo lindo.
Confesso que gosto de tudo que fiz, mas meus xodós são o porta controle remoto e a caixa de panetone.
P.S.: A foto que está no cabeçalho do site foi tirada por mim nos jardins da Casa de Rui Barbosa, numa tarde muito agradável, com direito a miquinhos e tucanos.
Posted by Cláudia on 03 Oct 2007 | Tagged as: arte
Estava passando pela praia de Copacabana de táxi e, ao olhar para o lado, vi uma escultura de vaca deitada. Mais um pouco e vi uma vaca com tetas nas cores do arco-íris. Cheguei ao Rio Sul e dei de cara com a Vacanja. Foi aí que descobri que existe uma exposição chamada Cowparade, que acontece no mundo inteiro com esculturas de vacas, e que começou HOJE no Rio de Janeiro.
Quem vai gostar da exposição é a Ju, minha amiga apaixonada por vaquinhas.
Posted by Cláudia on 30 Sep 2007 | Tagged as: arte, trabalho
Estou trabalhando que nem uma doida aqui. De repente, Ivete Sangalo começa a cantar ao longe:
Poeira, poeira, poeira
Levantou poeira!
Olho para trás e meu maridinho me mostra a seguinte foto:
Posted by Cláudia on 11 Apr 2006 | Tagged as: arte, música
O Cirque du Soleil é um circo diferente. Mistura acrobacias com tecnologia e o resultado é um espetáculo de tirar o fôlego. Digo isso apenas de assistir aos programas apresentados na televisão. Nunca tive o privilégio de vê-los ao vivo. No fim do ano isso vai mudar.
É oficial. Eles vêm mesmo ao Brasil. Chegam em agosto e ficam dois meses em São Paulo e duas semanas no Rio de Janeiro. Pouquinho, né? Mas eu vou dar um jeito de ir!
O espetáculo que apresentarão no Brasil é o “Saltimbanco”. A descrição está no site deles:
Saltimbanco é um hino à vida. Criado como um antídoto à violência e ao desespero tão prevalentes no século XX, este espetáculo fantasmagórico apresenta uma nova visão da vida urbana, transbordante de otimismo e alegria. Saltimbanco é tudo menos linear. Longe disso. Ele é um caleidoscópio, um turbilhão, uma aventura onde qualquer coisa pode acontecer. Saltimbanco tem sua própria linguagem, e seu espírito é transmitido através da voz, do movimento e da música.
Em São Paulo, o circo será armado na Marginal Pinheiros, perto da Daslu. Aqui no Rio, o espetáculo será no estacionamento do Barrashopping. Os ingressos vão de R$ 100 a R$ 250. Meia entrada com carteirinha.
São 100 toneladas de equipamento, um palco com 220 metros quadrados. Para montar a tenda, são necessárias 80 pessoas. UAU!
Os ingressos começam a ser vendidos em maio para os reles mortais e amanhã – 12 de abril – para os clientes Bradesco Prime. Espero que não acabem logo…
Veja o clip do espetáculo Saltimbanco.
Leia a notícia completa aqui: Jornal O Globo (precisa se cadastrar para ler)
Posted by Cláudia on 26 Nov 2005 | Tagged as: arte, memórias, vida
Quando eu tinha uns 5 anos, se bem me lembro, meus pais começaram a achar que eu tinha talento para a pintura e me levaram para ter aulas no MAM (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) com meu querido professor, Ivan Serpa.
É engraçado como, depois de mais de 30 anos, ainda me lembro de sair de casa com minha maleta de pintura, repleta de cores e sonhos, e caminhar pelos corredores compriiiiiiiiiidos do MAM até chegar na sala de aula, que era mais uma diversão que qualquer outra coisa.
As cores e a maleta eram da Casa Mattos, se é que alguém ainda se lembra dessa loja. Eu nunca me esqueço porque sou tarada por papelarias, e a Casa Mattos, naquele tempo, era a maior papelaria da região.
Os sonhos meio que foram afogados, pois infelizmente a escolinha de arte durou pouco para mim. Nem deu tempo de aprender muito… O interessante é que, apesar de ter sido por pouco tempo, até hoje tenho a sensação das aulas. Talvez porque os sonhos eram muitos e ainda estejam vivos.
Me lembro de um dia ter ficado de olho grande nas aulas dos mais velhos, que tinham permissão para usar um pirógrafo. Achei aquilo o máximo! Um aparelho que queimava a madeira e produzia desenhos lindos! Queria usar imediatamente! Mas não podia… Ainda era muito pequena… Não era seguro para uma menininha indefesa.
Depois da aula, eu brincava nos jardins do MAM. Adorava caminhar sobre o jardim de pedras atrás do prédio do museu. (Para falar a verdade, até hoje ainda gosto.) Tenho muitas fotos tiradas lá. Qualquer dia, quando aprender a dominar esta nova tecnologia, posto uma foto minha ainda bem pequena nos jardins de pedra.